Há 111 anos 62 pessoas reuniram-se na Rua da Saúde, 293, para fundar um clube. Como naquele ano se comemoravam os 400 anos da viagem de Vasco da Gama às Índias, resolveram homenagear o velho almirante.
Nascia assim o Clube de Regatas Vasco da Gama.
Se eu fosse contar aqui toda a história deste fantástico clube faria o maior texto de internet da história da Humanidade.
Vou dizer apenas que se nasce Vasco. É um chamado, uma paixão, é destino, é orgulho, é felicidade. É ser acostumado às glórias, aos sorrisos, aos títulos. É venerar craques aconchegado no nosso próprio cantinho do nosso próprio estádio.
Ser Vasco é não negar as dores das derrotas, mas saber crescer com elas. É levantar, sacodir poeiras e conseguir viradas.
Ser Vasco é perceber lágrimas de emoção vindo a tona enquanto você simplesmente fala ou relembra a história de seu clube. Ou escreve um post para um reles blog.
Ser Vasco é ter amigos de estádio, companheiros de torcida, famíliares com laços não de sangue, mas de cores.
Ser Vasco é não carregar um coração, mas uma cruz de malta no lado esquerdo do peito.
Resumindo em uma frase? Ser Vasco é ser feliz.
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